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February 19 2016

11:27

O baile dos sete mares - poema de Clóvis Struchel

"Clóvis é compositor, cantor, letrista e tem o coração de poeta. Carioca, sangue bom, do samba e do amor. Clóvis é música, ritmo, suor e cerveja. É o menino do Rio que eu muito admiro."

- Marina Rabelo
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Apreciem, pois, o escrito de nosso convidado de hoje, Clóvis Struchel



O baile dos sete mares

Um conhaque
Um trago
As suas retinas
Marasmos
Eu fumo um cigarro
Outros vários
Algumas meninas
Me invadem
De certo embriagado
Um samba que toca no carro
O mesmo sentido
Desvario
Respostas
Que as horas me trazem
De novo um novo conhaque
Lembrança a toa
Um embate
Teu corpo
Teu dorso
Tua margem
As fulgurações
Um alarde
O samba compassa a voltagem
Delírio
A pele que arde
De novo e de novo um conhaque
Os Deuses convidam pro baile
Dos sete mares
Que seja miragem
Ou arte

February 18 2016

22:11
18:55

Amanheceu dentro de ti...

Viste a minha imagem,
que te pareceu;
a luz da tua vida!

O teu Sol raiou
e saíste da noite
de solidão sem fim!

Dias
e mais dias viriam,
sem entenderes,
que eu não era o Sol,
a luz, a esperança,
mas um homem,
apenas um homem
nesta Vida,
que valorizou a Mulher
generosa
carente de compreensão,
harmonia e amor!

Tudo isso te dei
e foste a Mulher
que muito amei
para conquistares
a vida sonhada!

Tudo me deste
em gratidão,
paixão e amor,
numa entrega
dum completar o outro!
..................
..................

Passou tempo ...

... e hoje existe
o amanhecer de cada dia,
dentro de ti e de mim!

Seguiremos sempre juntos,
com uma amizade de coração,
mas com destinos diferentes,
sempre com fé e esperança
que dias melhores virão
e que nos reencontraremos
num amor para além da Vida!

José Manuel Brazão
14:39
11:51
11:04

poema de Luiz Felipe Azzini

Edifício onde não vivo
Tal qual como se constrói um edifício,
Suas frases foram se erguendo umas sobre as outras
Moldadas em palavras medidas para não alcançarem grandes alturas
Num sermão bruto como concreto você foi firme e dura
E na dor da minha cobertura
Assistia o térreo do seu desprezo
Caminhando por entre corredores vazios
Por entre os quartos solitários do meu coração
A poeira acumulada por todos os cantos
O mofo nas paredes dos meus olhos já me cegando
Janelas da alma que enferrujadas não se abrem mais
Portas trancadas e suas chaves jogadas fora
Assim mesmo, assim você não me quis.
Não me deixou contar minhas ideias
Rabiscou a planta do prédio do amor que eu desenhara
Desenhara durantes noites e dias sem término
E por fim, sem registros, abandonada.
Acabou que a paixão ficou sem endereço
Não se aluga e não se vende nenhum andar
Na amizade de um quarteirão qualquer
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por Luiz Felipe Azzini, convidado por Luiz Guilherme Amaral
10:30
07:37
07:37
05:18
05:09

February 17 2016

23:08

Calendário II

Todo mês seria a_gosto,  pudesse a palavra. Lou Vilela * Publicado no livro Agenda da Tribo, ed. 2016/2017.
23:06

Frida

que prisão te pariu coluna-escafandro tinta febril? Lou Vilela *Publicado no Livro Agenda da Tribo, ed. 2016/2017.
20:19
16:51
12:18
10:35
09:22

Palavras - poema de Rayanne

a imagem na minha mente sobre Rayanne é
um cavalo correndo livre num campo aberto
a crina balançando com o vento.
a imagem na minha mente sobre Rayanne fala sobre
espontaneidade fala sobre uma força que se
desprende e age, e ainda assim, sensivelmente.

- Lubi Prates
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Apreciem, agora, o escrito de nossa convidada de hoje, Rayanne


Palavras

Silenciar até um estado de árvore
Depois de beber sol nas janelas da casa.
Vestir as palavras de alegria,
Ou bordá-las de tristezas.
Transmudar lágrimas em estrelas,
Pendurar luas no rosto e nos beirais.

Sobretudo seduzir as palavras,
E abraçá-las
E beijá-las
Valsar com elas, psicografá-las.

Saber que algumas palavras sim,
E outras palavras são.
Fazer suas vontades,
Saciar-lhes o tesão,
Saber que enquanto umas palavras ardem,
Outras chão.
07:50

February 16 2016

14:17

Bom dia futuro!

J á tanto vivi
e fiz tão pouco
para aquilo que sonhei;
mas pacientemente
viverei
dia após dia
cumprindo para o que vim,
semeando tudo de bom que existe em mim
e serenando  pelo Amor que dei
e todo aquele que recebi!

Diante da Vida
bom dia esperança
bom dia futuro!


José Manuel Brazão



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