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October 26 2014

02:30
00:46
Ulisses rendido

October 25 2014

23:28
19:28

ROMEU E JULIETA



Uma flor respira ao portal
A noite aproxima-se hesitante
Velhos são os trincos da memória
Uma vida fumada á esquina, um instante

Julieta era uma espertalhona donzela
Cada suspiro seu era como o ultimo, definitivo
E no cerne imperceptível do seu branco vestido
Havia um drama de faca e alguidar, morto ou vivo

Há tanta Julieta, branca, preta
Há Falsas raparigas com toque de urtigas
Há meninas rafeiras com a mania de finas
E há uma princesa com alma negra de beleza

E os Romeus, católicos e ateus
Pingando amor, amarrotando cuecas
Hálito a pasta gardól de pincel mol
Heróis, enganados, cornos, patetas

Mas vamos dar ordem a esta poesia
Isto está a ficar uma algraviada
Vamos pois escrever com elegância
E deixar o choradinho da mal-amada

Recolho pois a palavra amarga
Porque este herói desconhece o fim da batalha
Estou escaldado da falsa ternura
Durmo de olhos aberto e um fechado

Já está a descambar outra vez
Isto é mais de comer a rir e o dono atrás a pedir
E se soubessem como estou agradecido por louvar o amor
Sempre que me lembro de tal, estrassalhaço uma flor

Quando a ilha nos aperta
A sede que se sente, melancolia
Este frio dos abismos sem fim
Este lamento solto em mim

Hein, já viram como cá o Poeta também escreve umas metáforas?!
Deixem lá, esta vida uma vezes é puta, outras preta
Hoje deu-me para isso
Por me lembrar de...Romeu e Julieta...
13:46

October 24 2014

22:16

Nostalgia

Cada dia que nasce
a nostalgia percorre
teu corpo e alma
e fica dentro do teu coração!

Vives com olhar distante
vindo até mim,
olhas-me em imagens,
nas palavras e pausas...

O olhar se aproximou,
beijas os poemas,
sentes o perfume romântico
de cada um
- viveste dentro deles –
queres evitar de reler e reviver,
mas não consegues,
a nostalgia vive em ti!

José Manuel Brazão


20:51
20:40
20:37
20:14
15:01

Renascer

Num amanhecer diferente
com o Sol despontando
senti-me renascer em teus braços,
com o calor de teu corpo
e o perfume da tua alma!

Deste-me o alento,
a força interior que eu pedia
e tu deste-me sem nada pedires!

Vivendo estes momentos de paixão
em que nos entregamos à Vida,
não quero partir dos teus braços
e neles quero morrer!



José Manuel Brazão
03:15
03:14
03:14
00:40

October 23 2014

18:13

Poema sobre o silêncio

Sabe mesmo a idéia de tudo,
cair sob os tentáculos
da curiosidade.

Sabe, ademais,
sobre esses refluxos
morando a desventura dos papagaios
e a célebre inconsistência
dos morcegos,

que nada ouvem - a tatear
geografias na escuridão.

Nada mais a dizer
nem a escutar

nem configurações
de marchas memoráveis no capítulo
auditivo do dia

apenas o que se revela
nesse casulo vazio de borboleta
morando um silêncio sem fim.
17:49

Navego no teu corpo!

Navego nas tuas águas
que deixam em meu corpo
essa maresia de amor
visto-me de tua pele,
sirvo-me de teus segredos,
provo da boca doces beijos
entre desejos;
sentires e prazeres,
abrigando o meu amor
em teu corpo,
com tuas luas e mistérios;
rendido por inteiro a mim!

José Manuel Brazão


15:16
12:35

Recordar-te

Em todo momento
estou contigo
recordando tudo de bom
que existe em nossas vidas!

Recordar,
recordar-te é lindo demais,
a tua voz, o teu olhar
perdido no mar,
no vento amigo
com as brisas de amor,
que trazem até mim
o perfume da tua alma!

José Manuel Brazão


A recordação é o perfume da Alma. V. Gitana

10:29
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