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August 11 2017

19:47

A Vida, a Poesia e o Amor

Nós, 
que tantos poemas
escrevemos, contando
uma linda história,
de paixão e amor,
de encantamento,
por aquilo
que nossos corações
brotavam de emoções,
sentimentos fortes,
arrebatadores
que nós
de amor carecíamos,
como o Sol de cada dia!

Momentos inesquecíveis
dessas emoções,
que reflectimos em Poesia,
que agitaram corações
em cada um
que nos leram,
nos acarinharam
e deixaram
em nós
Poetas de e com Amor,
um vazio,
um silêncio,
uma saudade,
mas estas Almas
o tempo não apagará!

José Manuel Brazão

August 10 2017

09:25

SONHO DE COR PÚRPURA


Entre tantos olhos e sorrisos
Perdi-me na solidão das sombras
Procurei uma boia num poço de silêncio
De pupilas secas e ardentes vi a doçura do teu rosto
Rezei sem fé no sol posto
Sem uma voz, um amigo que nascesse num desconhecido
Sem asas numa ilha aparecida em flor
Num verde em constante metamorfose
Este pensamento de madeira crua por pintar
Esta solidão apenas por ainda te amar
Grito de pássaro num ninho sem maçãs maduras
Cinco dedos apertando o instinto crispado
Um poeta passa sempre e morre vivendo
Na sua voz calada ama
Uma mulher imensa que dentro dele nunca se apaga
E esqueço, tudo esqueço levando à testa as mãos
Uma caricia sem sede
Um caminhar sem medo
Uma alma solta do degredo
Um piano enquanto escrevo
Uma emoção, a palavra que abre o coração
Uma flor ou a cor das falas
O fogo consumidor dos dias vazios
A viagem de sete rios
A vertigem de uma emoção que nunca para
num
SONHO DE COR PÚRPURA



August 09 2017

15:54
Día bruto (Renata Bomfim)

August 07 2017

12:39

OS BEBÊS QUE MORREM VIRAM ANJOS!


( Confesso que fiz este texto chorando )
==
Há poucos dias tivemos dois casos comoventes de crianças que nos deixaram, os bebês Charlie da Inglaterra e Arthur do Brasil, um por doença rara, outro por bala perdida. Sobre a doença rara não vou me alongar, foge à compreensão humana, tampouco vou discutir sobre eutanásia, isso demanda um outro texto, envolve opiniões, religiões, debates e etc. Quero destacar o bebê brasileiro. O lugar mais seguro para um bebê é a barriga da mãe, por ele, ele ficaria lá dentro para sempre, dentro dessa bolha de amor protetora ele recebe em conexão direta, amor materno, água, oxigênio, alimentação, enfim toda a segurança e confiança que uma mãe pode dar. Isso também foge à compreensão humana, mas por ser uma ligação espiritual, cósmica, divina. O primeiro trauma na vida de uma pessoa é quando ela sai do ventre para o mundo, há um impacto, um choque, o bebê já não se sente mais tão seguro, mesmo a mãe estando ali transmitindo os primeiros carinhos físicos; ele sabe que não é a mesma coisa, parece que pressente o perigo de ter nascido. No entanto, Arthur não estava seguro nem na barriga da mãe; num triste dia, lá dentro ele sentiu um baque na coluna cervical, era a bala... essa cena eu visualizo assim: Ele deve ter pensado: “Que é isso? Isso não veio de minha mãe, minha mãe só me dá coisas boas, isso que senti agora é um coisa ruim”. O que se passou nos dias seguintes, já em coma, só Deus, ele e os Anjos sabem, mas acredito que ele não sentiu dor, Deus não deixa, os Anjos estavam ali o tempo todo, absorvendo qualquer dor que ele pudesse sentir. Independente disso eu creio que morrer não dói, na hora da passagem acontece uma força que nos anestesia, e a gente vai para o outro lado. Como eu sei disso? Não sei. Mas sei que sei. Já ouvi tantas vezes na vida essa pergunta, desde menino (as professoras principalmente, piravam rs rs), sobre coisas que eu dizia sem ter idade para tal, e respondia como agora: ‘Não sei. Mas sei que sei’. A redundância é proposital. Retomando, sobre a dor, viver é que dói, quando a gente assiste algumas cenas. Há muito o que se pensar sobre este mundo. É claro que a gente fica comovido, principalmente pelas mães, mas pelos bebês eu digo que fico feliz por eles, por não terem pisado neste mundo, acho que são uns felizardos por terem ido embora para junto de Deus, antes que o mundo lhes corrompesse. Crianças quando morrem viram anjos, porque são puras, e isso também dói, saber que um dia também fomos bebês puros. Este mundo já está bom é de acabar. ‘Que é isso, Carlos? Está revoltado? Logo um poeta dizer isso? ’... alguém certamente dirá. Eu sou um eterno otimista, mas tem hora que a gente fraqueja, a gente não é de pedra. Sei que existem pessoas boas no mundo, eu também me acho boa pessoa, mas sei que existem pessoas infinitamente melhores que eu, talvez por elas Deus ainda mantenha este mundo em pé. Às mães que perderam seus bebês eu consolo dizendo que não perderam, voltaram para o lugar de onde vieram: O COLO DE DEUS!
=
( imagem descobrindotesouros-wordpress.com )
01:09

August 05 2017

21:29

A Poesia já vivia em mim...

Com a poesia,
 sinto alegria;
repousam os dilemas,
nascem os poemas.

Com a poesia,
param as angústias,
as tristezas,
as desilusões.

Com a poesia
nascem emoções,
mensagens de paz,
harmonia e amor.

Com a poesia
nasce a esperança
de viver
e de conhecer amigos,
amigos de verdade.

Com a poesia,
nasce a libertação,
a conversão
aos valores humanos.

Com a poesia
nasce um estilo,
uma forma de vida,
uma visão do mundo,
que leva o poeta
à descoberta:
da verdade,
da realidade,
sem palavra encoberta.

Com a poesia,
nasce a minha poesia!
e...
... Por tua causa a minha vida
nunca mais foi a mesma;
tudo se alterou
na rotina, no descanso,
mas em mim - o Homem -
houve a conquista
de valores adormecidos
e hoje fortalecidos,
que fazem do poeta
um homem com outra visão,
com horizontes sem limites
no espaço e no tempo,
numa entrega desmedida
àqueles que me seguem,
acarinham e valorizam,
tornando o meu sentir e acreditar
em verdadeira sintonia,
que recuando no tempo,
sonhava, pretendia,
mas não sabia se conquistaria!

Hoje por tua causa
estou reflectindo em palavras
e apenas por tua causa,
escrevendo poesia da paz,
da harmonia e do amor...
... a minha poesia!

José Manuel Brazão

20:30

O tempo e o nosso segredo

Dás-me tudo aquilo
que preciso
e pensava ter perdido!
Reconquistei
através da tua palavra,
da tua sabedoria
em que eu aprendi
e confio em ti!

Usas a tua gratidão
e queres ver em mim
um homem diferente
do mundo que te rodeava!

Ganhei  mais força interior
e seguiremos em frente,
pelos trilhos do nosso caminho!

O tempo é o nosso segredo
e ninguém vai saber
o que existe entre tu e eu!

José Manuel Brazão

August 04 2017

13:03

MAE

E ncontrei este poema muito bonito,
escrito por Cora Coralina  e achei que ficaria melhor neste espaço do que as minhas humildes e  emocionais palavras.
Para ti Mãe Ivone e todas as Mães, Muita Luz!

José Manuel Brazão


" Mãe "

Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino de ser mãe.
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.

Cora Coralina 

Faz hoje 45 anos que partiu da Terra...



11:46

Se pudesse por ti...

Se pudesse por ti
faria e daria tudo,
tudo o que mereces,
não pedes
e assim tem valor infinito
cá dentro do meu coração!

Mulher enviada
para  na minha Vida ficar
e eu saborear
o quanto se pudesse por ti...

José Manuel Brazão

August 02 2017

11:21

Recomendo! Muito!!!








Este Livro Fascinante, Imprevisível, Humano e Tocante.
Nunca uma história nos foi contada assim!
Não deixe de ler.

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July 31 2017

13:20
Dia bruto (Renata Bomfim)

July 28 2017

16:23

Coreografia

repara tudo é tão breve a saia translúcida começa a ventar ignora-se raiz não se cabe tecido gomado não se sabe atávica à sombra das copas respira leveza Lou Vilela
03:30

ORQUÍDEA NEGRA - ZÉ RAMALHO.



HOMENAGEM AO " NOSSO " PRESIDENTE, E À SOCIEDADE SECRETA DA QUAL ELE FAZ PARTE.

July 27 2017

10:06

NEM TODOS OS ANJOS VOAM



Para e vai ver o mar
Na sensatez do prudente silêncio
Ouve o rumor das via jeiras ondas
Secretamente em segredo
Sou uma silhueta nas sombras
Num mundo sem noite
Imagina-me tentando impossíveis
Para transformar o amor
Tão imutável como o mar
Concede-me a tua glória
Nasce nos meus olhos ceifados
Nasci com os braços do tamanho suficiente
Para te abraçar
É no estio que o coração bate certo
Nesta ilha do tudo tão perto
Tão longe...
Como um barco que foge á vista
Como os pássaros voando na noite profunda
Contemos ao mundo
Levemos em conta todas as distâncias
Choramos porque sabemos
O regresso possível
Sabemos que todas as manhãs os pássaros o canto entoam
Sabemos que o caminho sem sempre tem o mapa do destino
E que...NEM TODOS OS ANJOS VOAM...


July 25 2017

13:31

AO DIA DO ESCRITOR!

 
Obrigado pela parte que me toca. Felizmente a parte que me toca, também é a parte que toca vocês, leitores.
 
Parabéns e abraços aos amigos(as) blogueiros(as), escritores enfim, que acreditam
nessa magia, trazendo para esse mundo, um outro mundo de possibilidades. Um mundo do qual orgulhosamente faço parte, e assim será por toda  a minha vida.

July 24 2017

23:10

Ah como eu sei ouvir o teu silencio

Sou dono da tua alma

e do teu coração

que tanto procurei

e eu guardei em mim

no cofre da minha Alma

neste segredo bem guardado!


És do mar aquela onda

que vem ao meu encontro

trazer-me o teu beijo

prometido e guardado

no teu pulsante coração.


Ah, amor

como eu sei ouvir teu silêncio...

José Manuel Brazão



July 22 2017

13:22

CUIDADO COM OS APEGOS... E DESAPEGOS!


Muito se fala em desapego por aí. Existem vários tipos de desapegos que acabam causando um desapego pior, que é o desapego de nós mesmos, quando deixamos de ser sensíveis, humanos enfim, razão pela qual Deus nos criou. Sim, viemos à terra, ganhamos um planeta emprestado (isso aqui não é nosso), para amar, ser amados, e brilhar. Falando dos desapegos, o primeiro é o das coisas materiais, do dinheiro, da ideia de que para ser feliz, é preciso chegar primeiro na grande corrida, na concorrência, na lei da selva. Somos treinados desde crianças a devorar, a derrotar, não aprendemos a caminhar junto com o outro, temos que sempre chegar na frente. É claro que nos negócios, no trabalho, na escola, temos que buscar o melhor, todo mundo quer conforto, um carro, uma casa, fazer uma viagem, isso é normal, acontece que as pessoas tornam isso o único objetivo de vida, e quando se deitam, sob a redoma da “felicidade” material conquistada, envolta na solidão que ela gerou, pergunta ao travesseiro: ‘Por que não sou feliz? ’ Porque materializou a felicidade. Repito, a felicidade nunca vai estar em coisas materiais, por mais que precisemos dessas coisas no dia a dia. A felicidade não é palpável, ela é sentida, perceptível, percebida, vivida no âmago.
Outro desapego é com relação às pessoas ruins, negativas. Não vou negar que esse eu pratico, embora Cristo tenha ensinado ‘a amar seus inimigos’, porque amar o amigo é fácil, mas confesso que ainda não evoluí a esse ponto, embora não guarde mágoas, só não consigo ficar perto de uma pessoa que pressinto que tenha aura ruim, ou que está me prejudicando, roubando minha energia. Tenho me desapegado de bastante pessoas, separando o joio do trigo, eu diria. Não tirando onda, tentei recuperar algumas, tentei fazer com que mudassem, por fim, a gente desiste.
E por fim, um desapego perigoso que as pessoas estão fazendo, estão se desapegando das outras, pura e simplesmente de graça. Egoísmo, falta de tempo, medo, concorrência? Ou tudo isso junto? Não sei. Acho que principalmente falta-nos sensibilidade, uma anteninha no coração. Às vezes, a pessoa perto da gente, até mesmo a quem amamos, está debilitada espiritualmente, confusa, perdida, com baixa autoestima, e a gente não percebe, e quanto mais a massacramos ou isolamos, mais a estamos perdendo. Diminuindo a pessoa, estamos diminuindo a nós mesmos, é preciso olhar no mesmo nível dessa pessoa, e não de cima para baixo, mas de frente, olhos nos olhos, e depois terminar a conversa com um longo abraço; abraço é aconchego, ao abraçar alguém, estamos transmitindo energia, estamos dizendo ‘conte comigo, estou aqui’. É preciso colocar essa pessoa no nosso patamar, puxando-a pela mão para que se erga, ou até mesmo descer momentaneamente ao nível dela para entendê-la melhor. Chicotes até dominam, mas palavras conquistam. O domínio do chicote é mentiroso, quem tem o outro sob domínio, na verdade não o tem, pois, para realmente ter, é preciso ver o sorriso no rosto do outro, o brilho nos olhos, a felicidade ou é repartida meio a meio, ou é enganosa. Já a pessoa conquistada, essa sim, está com a gente, em igualdade de condições, emocionais, espirituais, sorri junto em vez de abaixar a cabeça, caminha na mesma direção em vez de andar de costas. E aquele abraço, lá no início da conversa, onde um tinha mais energia que o outro, se tornará um abraço de igual para igual, não haverá mais dominador e dominado, forte e fraco, mas trocando energia, confiança, acolhida, estarão empatados, é como misturar meio copo d’água ao outro meio copo d‘água, num recipiente só. Não vamos nos desapegar das pessoas que amamos, não vamos desistir delas, pois estaremos desistindo de nós mesmos, porque quando amamos alguém, nos projetamos nelas, então, como desistir daquilo ou de quem chamamos de semelhante?
=
=
( imagem James R. Eads and Chris McDaniel -pinterest )

July 20 2017

13:24

Desenho de um poema

amaciar a folha sentir ser música aroma gosto e textura tocar as possibilidades no olho do caos Lou Vilela
09:44

A CATEDRAL DO MAR


A palavra beijando o papel branco
Nem sempre há luz para o inicio dos gestos
Nunca é tarde para amar-te
Enquanto meus pés comerem a distância a Ti...
Um corpo cansado, o suor da lágrima
Uma oração, acesa chama
Os invasores do verde, a pele tenra da ilha
O despertar das hortênsias
O rumor das buganvílias
Uma criança que vem ao mundo com as mãos vivas
Cheirando a mar, a peixe a terra
Árvores infinitas beijando o céu
Uma noiva feliz retirando o véu
Abençoados sejam os justos
A ultima vez de chorar
A primeira vez de orar para te chamar
Já pedi ao coração:
Não me deixes aqui compondo a solidão
Levem-me pelos prados numa correria louca
Pelas manhãs de águas mansas e flores eternas
Para longe da minha distância comigo dentro de mim
“ Nunca quis desenhar um fim”
Num verbo de montanhas componho o meu amar
Dá-me o teu corpo, o teu coração a tua paixão
Dá-me a tua mão e faz comigo um pacto
Na Catedral do Mar...

July 19 2017

20:30
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